INSTALLING SUMMER.....
███████████████░░░░░░░░░░░░░░ 44% DONE.
Installation failed. 404 error: Season not found. The season you are looking for might have been removed, had its name changed, or is temporarily unavailable. Please try again later.
*vá lá Verão...não sejas tímido e aparece de vez.
quinta-feira, julho 21, 2011
quarta-feira, julho 20, 2011
das coisas que gosto (muito).
LEVI'S® - BERLIN PRINT WORKSHOP MAKING OF from LEVI'S® on Vimeo.
*uma belíssima campanha da Levi's com um artista cá do burgo como protagonista. sou tão fã!
terça-feira, julho 19, 2011
segunda-feira, julho 18, 2011
domingo, julho 17, 2011
do SBSR.
valeu. (não vou discursar acerca dos efeitos nocivos do pó no meu nariz, garganta e cabelo...nem da quantidade absurda de gente que esteve naquele recinto...porque não me apetece).
valeu muito por rever os Arctic Monkeys (sou um bocado previsível...mas as paixões são assim) e pelos minutos de conversa com o Matt e o Nick.
valeu pela (muito boa) música nacional: Sean Riley, B Fachada, Tigerman, Noiserv e PAUS (tão bons que dói).
valeu por ganhar novas memórias da "Mr.Brightside". valeu muito pelos Portishead (apesar de ter tido um momento de nostalgia melancólica que me levou directa ao final dos anos 90 àquele Sudoeste).
valeu pelo sorriso do Pete Robertson (apaixonei-me) e pela simpatia do Hammond Jr.
valeu muito pelo trabalho em equipa, pela sensação de dever (bem) cumprido, apesar dos momentos de extremo cansaço de corpo e mente.
valeu por mais momentos bem passados com os amigos. valeu pelo teu sorriso. valeu pelos reencontros casuais no meio de milhares de pessoas e pelos encontros marcados.
valeu muito por rever os Arctic Monkeys (sou um bocado previsível...mas as paixões são assim) e pelos minutos de conversa com o Matt e o Nick.
valeu pela (muito boa) música nacional: Sean Riley, B Fachada, Tigerman, Noiserv e PAUS (tão bons que dói).
valeu por ganhar novas memórias da "Mr.Brightside". valeu muito pelos Portishead (apesar de ter tido um momento de nostalgia melancólica que me levou directa ao final dos anos 90 àquele Sudoeste).
valeu pelo sorriso do Pete Robertson (apaixonei-me) e pela simpatia do Hammond Jr.
valeu muito pelo trabalho em equipa, pela sensação de dever (bem) cumprido, apesar dos momentos de extremo cansaço de corpo e mente.
valeu por mais momentos bem passados com os amigos. valeu pelo teu sorriso. valeu pelos reencontros casuais no meio de milhares de pessoas e pelos encontros marcados.
quinta-feira, julho 14, 2011
das paixões.
a ideia é ouvir esta e as outras novas ao vivo...
...mas o que queria mesmo mesmo mesmo era o primeiro álbum. porque não há amor como o primeiro.
estou em countdown e já nem eu me aguento.
...mas o que queria mesmo mesmo mesmo era o primeiro álbum. porque não há amor como o primeiro.
estou em countdown e já nem eu me aguento.
terça-feira, julho 12, 2011
segunda-feira, julho 11, 2011
do Alive.
valeu por ouvir esta ao vivo...
e pelos Buraka, os Linda Martini e os Orelha Negra. valeu pelos dois minutos com o Navarro e por conseguir finalmente ver o Iggy em palco. valeu pelos amigos. pelas risadas, a partilha de parvoíces. valeu por ter-te encontrado. valeu pelo rock e pela dança. valeu pelos elogios e pelo trabalho em equipa.
o reencontro com os TV on the Radio e as estreias com os Fleet Foxes e o Dizzee Rascal ficam para outras núpcias.
e pelos Buraka, os Linda Martini e os Orelha Negra. valeu pelos dois minutos com o Navarro e por conseguir finalmente ver o Iggy em palco. valeu pelos amigos. pelas risadas, a partilha de parvoíces. valeu por ter-te encontrado. valeu pelo rock e pela dança. valeu pelos elogios e pelo trabalho em equipa.
o reencontro com os TV on the Radio e as estreias com os Fleet Foxes e o Dizzee Rascal ficam para outras núpcias.
sexta-feira, julho 08, 2011
das saudades.
Ver o Zé Pedro a subir ao palco principal do Alive na quinta-feira mexeu com tudo o que vai cá dentro.
Os Xutos são uma instituição. Não os ouço habitualmente. Não estão no meu ipod e o único CD que tenho deles é um de homenagem (20 anos, 20 bandas), mas são deles as primeiras K7 que tive, devia ter 5/6 anos, e que ainda hoje estão religiosamente guardadas numa caixa em casa da minha mãe (é estranho escrever isto).
Muitas das minhas primeiras memórias musicais são músicas dos Xutos.
Os elementos da banda tornaram-se daquelas pessoas que nunca conheci, mas que fazem parte da minha vida desde sempre.
Ver hoje o Zé Pedro arrepiou-me. Ver que ultrapassou uma fase complicadíssima deixou-me feliz, fez-me acreditar que nem todas as pessoas vão aos hospitais para morrer.
Emocionei-me de felicidade e ao mesmo tempo de tristeza.
Não seria com certeza num palco de um festival de música, mas imaginei várias vezes o momento em que veria o meu pai fora do hospital recuperado.
Para que todos percebêssemos o que a banda sentiu nos últimos tempos, Tim anunciou a musica "Perfeito Vazio". Entendi-a como nunca tinha entendido antes.
Os Xutos são uma instituição. Não os ouço habitualmente. Não estão no meu ipod e o único CD que tenho deles é um de homenagem (20 anos, 20 bandas), mas são deles as primeiras K7 que tive, devia ter 5/6 anos, e que ainda hoje estão religiosamente guardadas numa caixa em casa da minha mãe (é estranho escrever isto).
Muitas das minhas primeiras memórias musicais são músicas dos Xutos.
Os elementos da banda tornaram-se daquelas pessoas que nunca conheci, mas que fazem parte da minha vida desde sempre.
Ver hoje o Zé Pedro arrepiou-me. Ver que ultrapassou uma fase complicadíssima deixou-me feliz, fez-me acreditar que nem todas as pessoas vão aos hospitais para morrer.
Emocionei-me de felicidade e ao mesmo tempo de tristeza.
Não seria com certeza num palco de um festival de música, mas imaginei várias vezes o momento em que veria o meu pai fora do hospital recuperado.
Para que todos percebêssemos o que a banda sentiu nos últimos tempos, Tim anunciou a musica "Perfeito Vazio". Entendi-a como nunca tinha entendido antes.
quarta-feira, julho 06, 2011
do MEC.
"O que desejamos, dava-nos jeito; o que queremos fez-nos mesmo falta. Mas tanto desejar como querer são muito fáceis. Ter, isto é, conseguir mesmo o que se quer é mais difícil. E reter o que se tem, guardando-o e continuando a querê-lo, tanto como se quis antes de se ter, é quase impossível. Há qualquer coisa que se passa entre o momento em que se quer e o momento em que se tem. O que é?
"Cada pessoa, - dizia Oscar Wilde, - acaba por matar a coisa que ama". Mata-a, se calhar, quando sente que a tem completamente. (...)
A verdade, triste, é que uma pessoa completa, a quem não falta nada, não é capaz de querer outra pessoa como deve ser. No momento em que se sente que tem o que quer, foi-lhe devolvida a parte que lhe fazia falta e passou a ter tudo em casa outra vez. Fica peneirenta, sente-se gente outra vez. É feliz, está satisfeita e deixou de ser inferior à sua maior necessidade. O ter destrói aquilo que o querer tinha de bonito. Uma necessidade ocupa mais o coração, durante mais tempo, que uma satisfação. Querer concentra a alma no que se quer, mas ter distrai-a. Nomeadamente, para outras coisas e outras pessoas que não se têm.
(...)
Quando se quer realmente, dar-se-ia tudo por ter. A coisa ou a pessoa que se quer têm o valor imediato igual a todas as coisas e pessoas que já se têm. Trocavam-se todas as namoradas, ou todos os namorados, que já se namoraram, pelo namoro de uma única pessoa que se quer namorar. É esta a violência. É esta a injustiça. Mas é esta também a beleza. Quem aceitaria que um novo amor significasse apenas parte de uma vida? Não sendo a vida inteira, não sendo tudo o que importa, numa dada altura, num dado estado do coração, porque nos havíamos de ralar?
(...)
O que é que todos nós queremos, no fundo dos fundos? Queremos querer. Queremos ter. Queremos ser queridos. Queremos ser tidos. É o que nos vale: afinal queremos exactamente o que os outros querem. O problema é esse."
"Cada pessoa, - dizia Oscar Wilde, - acaba por matar a coisa que ama". Mata-a, se calhar, quando sente que a tem completamente. (...)
A verdade, triste, é que uma pessoa completa, a quem não falta nada, não é capaz de querer outra pessoa como deve ser. No momento em que se sente que tem o que quer, foi-lhe devolvida a parte que lhe fazia falta e passou a ter tudo em casa outra vez. Fica peneirenta, sente-se gente outra vez. É feliz, está satisfeita e deixou de ser inferior à sua maior necessidade. O ter destrói aquilo que o querer tinha de bonito. Uma necessidade ocupa mais o coração, durante mais tempo, que uma satisfação. Querer concentra a alma no que se quer, mas ter distrai-a. Nomeadamente, para outras coisas e outras pessoas que não se têm.
(...)
Quando se quer realmente, dar-se-ia tudo por ter. A coisa ou a pessoa que se quer têm o valor imediato igual a todas as coisas e pessoas que já se têm. Trocavam-se todas as namoradas, ou todos os namorados, que já se namoraram, pelo namoro de uma única pessoa que se quer namorar. É esta a violência. É esta a injustiça. Mas é esta também a beleza. Quem aceitaria que um novo amor significasse apenas parte de uma vida? Não sendo a vida inteira, não sendo tudo o que importa, numa dada altura, num dado estado do coração, porque nos havíamos de ralar?
(...)
O que é que todos nós queremos, no fundo dos fundos? Queremos querer. Queremos ter. Queremos ser queridos. Queremos ser tidos. É o que nos vale: afinal queremos exactamente o que os outros querem. O problema é esse."
da música.
na segunda-feira à noite, no Parque Marechal Carmona em Cascais, foi assim:
*que voz. que energia. que concertaço. :)
*que voz. que energia. que concertaço. :)
segunda-feira, julho 04, 2011
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