sexta-feira, dezembro 30, 2011

segunda-feira, dezembro 26, 2011


*este e outros trabalhos recentes (e outros mais antigos) de um dos maiores da arte urbana AQUI.

*porque, apesar de tudo, há sempre mais razões para sorrir do que para chorar. e porque a esperança continuará a ser sempre a última a morrer. e porque é possível um mundo melhor.

sexta-feira, dezembro 23, 2011

have yourself a merry little xmas

*eu prometo que vou tentar.

Dias Zangados

"Raios partam os dias zangados. Nada há que se possa fazer para fugir deles. Esperam por nós, como credores ajudados por juros injustificáveis, para nos cortarem a fatia do nosso coração que lhes cabe.

Não são como os dias tristes, que não conseguem habituar-se a uma realidade qualquer, que se revelou, sem querer, desiludindo-nos de uma ilusão que nós próprios inventámos, para mais facilmente podermos acreditar, falsamente, nela. Mas assemelham-se para mais bem nos poderem magoar. Depois. Quase ao mesmo tempo. Bem.

Quem não tem um dia zangado, em que ninguém ou nada corresponde ao que esperávamos? A felicidade é a excepção e o engano. Resulta mais de um esquecimento do que de uma lembrança.

Pouco há de certo neste mundo. São muitos os pobres, mas não são poucos os ricos. As pessoas do sexo masculino não se entendem nem com as pessoas do sexo masculino, nem com as do sexo feminino. As pessoas, sejam de que sexo e sexualidade forem, compreendem-se mal. Dão-se mal, por muito bem que se dêem. As mais apaixonadas umas pelas outras são as que menos bem aceitam as diferenças, as incompreensões, os dias zangados e as noites zangadas que apenas servem para nos relembrar que todos nós nascemos e morremos sozinhos. E que viver é um enorme entretanto, de que devemos tirar partido, sobretudo quando há a sorte de amar e ser amado ou amada.

Os dias zangados são dias de amor. Ninguém se zanga por desamor. O amor sobrevive e continua, como vingança."


*by MEC, in Público, edição de 23 de Dezembro de 2011

quarta-feira, dezembro 21, 2011

do MEC.

"Hoje é o último dia de Outono. Os dias que temos tido têm sido doces, comparativamente. O fim-de-semana passado, agora muito mais passado do que alguma vez antes, foi azul e avesso às nuvens, com o sol desdenhoso do dever calorífico e entregue à vocação, sempre mais show business, da iluminação.

Atrás da lupa do pára-brisas do carro, com as janelas encerradas e os colarinhos felpudos e levantados, seguindo o caminho que enfrentasse o sol, cegando o condutor e pondo em risco a vida de peões e ciclistas, era possível esquecermos o inteiro Outono e convencermo-nos que não era o princípio do Inverno a que assistíamos, mas apenas o fim, muito pouco convincente, do Verão.

O tempo em Portugal só pode ser entendido e apreciado - nem sempre é difícil - por comparação com o tempo nos países mais geograficamente próximos. Como está sempre a lembrar-me o Nuno Pacheco, é o planeta Terra que não só gira sobre si mesmo como anda à volta do Sol.

Se parássemos mais ou menos quietos e sacrificássemos um hemisfério em benefício do outro, juntando toda a população humana no hemisfério beneficiado, o planeta Terra poderia escolher viver sempre no fim da Primavera e no princípio do Verão.

A Terra é um pião que, estupidamente, insiste em dar uma volta completa à volta do Sol. Deveríamos apenas escolher o melhor ângulo, como uma posição à volta de uma piscina. O céu engana tanto quanto promete. O Inverno põe-nos a sonhar com o dia em que acaba."

*"Acaba o Outono" in Público de 20 Dezembro 2011

sexta-feira, dezembro 16, 2011

de repente percebes que tens mais 3 amigos noivos.

vamos lá comemorar todo esse amor! (já disse que adoro casamentos de amigos?)

da vida.

"Nada vai ser fácil
Nunca foi
Quando alguém deixar de te dar amor
Pensa que há quem viva do teu calor
Hoje é só um dia
E vai voltar amanhã
(...)
São coisas
São só coisas
(...)
Eu estou bem
Quase tão bem
Vê como é bom voltar a dizer:
Eu estou quase a viver"
*"Coisas" - Ornatos Violeta

este ano é assim...

é dia 16 e ainda não tenho a árvore de Natal montada.
temo que este seja o pior Natal dos últimos 32 anos. não tenho espírito. nem depois de ouvir as músicas ou tratar das prendas para X e Y e imaginar os olhos a brilharem quando as desembrulharem.
se não sofresse este Natal por antecipação não era eu.

em compensação vou ser o Pai Natal do Pedro e da Leonor. têm 4 anos. não os conheço e provavelmente nunca irei conhecer. são os meus anjinhos de Natal. conseguir fazer alguém feliz é muito mais fácil do que imaginamos.

terça-feira, dezembro 13, 2011

é isto.


*ou...era suposto ser isto.

quinta-feira, dezembro 08, 2011

do cinema.


*as luzes da sala acendem-se e gritas para os teus botões: que grande história.